A vida é como um grande livro cujas páginas narram momentos.
Um ano que se encerra é um capítulo lido.
A emoção toma conta das páginas que não podem ser relidas, apenas relembradas.
Como todo livro lido, se chega ao último capítulo.
Como todo livro bom, não queremos que a vida termine.
Lê com prazer e calma.
Antes de ler, respire.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Noite de Autógrafos, sim senhor!
Ontem prestigiei o lançamento do pequeno grande livro "Jaculatórias".
Muitas formalidades por conta do Conselho.
Muita alegria, emoção e prazer por parte do autor.
Que a obra "provoque" e cumpra o seu dever.
"Um homem feliz é àquele que tem família. Um homem sem família é um filósofo".
Nelson Rodrigues apenas na lembrança, houve muitos autógrafos.
Foi muito bom estar presente!
Muitas formalidades por conta do Conselho.
Muita alegria, emoção e prazer por parte do autor.
Que a obra "provoque" e cumpra o seu dever.
"Um homem feliz é àquele que tem família. Um homem sem família é um filósofo".
Nelson Rodrigues apenas na lembrança, houve muitos autógrafos.
Foi muito bom estar presente!
domingo, 18 de outubro de 2009
Escrevi na Folha!
"Diante de tanta informação cresce cada vez mais a confusão e logo a demanda por orientação para se saber o que é relevante."
"Levantamentos feitos com jovens mostram as dificuldades que estes têm em se adaptarem a empregos pela inabilidade em focar, se aprofundar e sintetizar".
"Estudos de psicólogos de Harvard definem como uma das principais habilidades contemporâneas a capacidade de síntese, o que traduzindo, significa saber o que é relevante".
"A era da comunicação está apressando a educação".
"Nada melhor para desenvolver o poder de síntese do que a poesia".
Trechos extraídos de FSP - 18/10/2009 - Devolta para o futuro - Gilberto Dimenstein
"Levantamentos feitos com jovens mostram as dificuldades que estes têm em se adaptarem a empregos pela inabilidade em focar, se aprofundar e sintetizar".
"Estudos de psicólogos de Harvard definem como uma das principais habilidades contemporâneas a capacidade de síntese, o que traduzindo, significa saber o que é relevante".
"A era da comunicação está apressando a educação".
"Nada melhor para desenvolver o poder de síntese do que a poesia".
Trechos extraídos de FSP - 18/10/2009 - Devolta para o futuro - Gilberto Dimenstein
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Chintale!
terça-feira, 6 de outubro de 2009
ARTE x CIÊNCIA
" Capacidade humana de criação e sua utilização com vistas a certo resultado, obtidos por diferentes meios."
x
" Conjunto metódico de conhecimentos obtidos mediante a observação e a experiência"
sábado, 19 de setembro de 2009
Growing !
Passando a pequena mão sobre o rosto, ligeiramente inclinado, com a cabeça apoiada sobre a cadeirinha no banco de trás:
- Pai "tô" ficando grande!
- Como filho?
- Olha, tenho barba!
* Quinze para as onze da noite, voltando do jantar de aniversário da vovó Sônia.
- Pai "tô" ficando grande!
- Como filho?
- Olha, tenho barba!
* Quinze para as onze da noite, voltando do jantar de aniversário da vovó Sônia.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Universidades do Brasil
As Universidades de Hoje são representadas pelo desinteresse dos alunos e pela asfixia burocrática dos professores.
Russel Kirk nos anos 50, observava que a Universidade era o objetivo da classe média, de gentes sem posses. A vida acadêmica começava a entrar em agonia e a proletarização dos universitários se tornou inevitável.
Dar aula representava ascensão social e o carreirismo assolaria a academia como assola qualquer emprego.
Muita gente que vai dar aula na Universidade não é tão brilhante ou tão interessada em conhecimento.
Muitos alunos e professores buscam a Universidade não para conhecer mas sim para transformar o mundo e ascender socialmente.
A obrigação da Universidade de produzir conhecimento de impacto social é tão instrumental quanto produzir especialistas na última versão do Windows.
O utiliritarismo quase sempre ama a mediocridade intelectual e a mediocridade funciona. Gera lealdades, produz resultados em massa, convive bem com as estatísticas, evita grandes idéias. Caminha bem entre as pessoas acuadas pela demanda de viver.
A asfixia burocrática conduz tudo em nome da democratização da produção e da produtividade da produção.
A burocracia nasce da necessidade de organização, controle, avaliação. A busca de aperfeiçoamento faz parte do sistema.
A pressão pela produtividade proletariza tanto quanto a pressão pela carreira.
A produção asfixia a universidade em nome de uma universidade mais produtiva, democrática e transparente em sua produtividade
Observamos a passagem da universidade à banal categoria de indústria de conhecimento aplicado, e sob as palmas bobas de quem quer "fazer o mundo melhor".
P.S - Idéias extraídas do texto "Um relatório para a academia" de Luiz Felipe Pondé
FSP 14/9/2009
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